CAIXA ALTA F.C.
O texto abaixo é uma visão jocosa da escalação do CAIXA ALTA, tudo sempre do espírito gozador que permeava a saudosa e inesquecível redação do Diário do Grande ABC.
Escalação da equipe de Futebol Soçaite do Caixa Alta, durante a Olimpíada do Diário (cerca 1984).
O lema desses briosos esportistas era: “se não damos o sangue pela equipe, pelo menos tiramos”. Era o outro time da redação, eterno rival do Estilo. O Estilo era comandado, como diria Wanderley Nogueira da Jovem Pan, pelo “impassível” e “doce” Daniel Lima.
Em pé, da esquerda para a direita: Milton Saldanha, também conhecido como o Mark Spitz do Tietê (*); Ricardo Soares, apelidado pelos amigos do time como BC (Boca de Caçapa); Cley Scholz, o lorde; Giuseppe Lo Russo, representante da Cosa Nostra no Brasil (rs); Valdir Fumene, guarda-valas (essa é do tempo do Pedro Luiz e do Geraldo Bretas) também conhecido como o Coveiro do Jardim Bom Pastor, secundum Hermano Pini Filho.
Agachados, da esquerda para a direita: Roberto Gazzi (os mais belos cílios da redação secundum a Elemar); Milton Tadeu Bueno, vulgo Doloso, secundum João Roberto Fontana; Joaquim Alessi, na época, grande amigo do Ayrton…(rs), e Flavio Ficarelli, juntamente com a metade de sua pequena prole de seis filhos, cuja casa, secundum Lola Nicolás era a Toca do Coelho.
(*) Tal codinome surgiu naturalmente após brilhante desempenho na prova de 100 m rasos (bem rasos mesmo…). Outra constatação de sua polivalência enquanto atleta (Cláudio Coutinho in memoriam que o diga) foi comprovada pelo goleiro do CAIXA ALTA, Valdir Fumene, durante o campeonato devido às orientações recebidas, uma vez que o solerte editor-chefe havia exercido a função de treinador de goleiro de time de pebolim.
Obs. Ao fundo, à esquerda, quase ao lado do Milton Saldanha, podemos ver um legítimo descendente do Homem de Cro-Magnon, reconhecido na redação como Nelson Belina Tucci, ou professor Elesbão, secundum Aleksandar Jovanovic, velho conhecido da Rádio Jequibau como Balalaica.
A foto foi feita por Luiz Silva, repórter da Editoria de Esportes, onde era conhecido pela alcunha de Gigante Rasteiro. Ele também assinava uma coluna com o modesto pseudônimo de Mister.
Em tempo - Mister juntamente com o radialista Jurandir Martins, também era um assíduo freqüentador dos deliciosos churrascos, promovidos pelo clube MESC, de São Bernardo, segundo grifo próprio.
Flavio Ficarelli
flavioficarelli@yahoo.com.br
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COMETÁRIOS:
Amigos
Foram as Olimpiadas, um inesquecível momento, muito divertido. Perder na natação não foi o pior para mim. O pior foi perder no jogo de damas para o Daniel Lima. No futebol, eu era o “técnico” do time. O Dunga que se cuide. O Flávio Ficarelli fazia falta pra caramba, chutava mais a canela dos outros do que a bola, com aquelas perninhas delicadinhas. Mas não lembro quem levou a taça.
Tenho essa foto num quadro, uma relíquia.
Abraços gerais e saudosos,
Milton Saldanha
jornaldance@uol.com.br
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Que legal, que magrinhos!!!
abraços,
Valdir dos Santos
valdir.d@hotmail.com
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Gente, que gostoso ver fotos de amigos guardados no baú da nossa memória afetiva.
Mais legal ainda é ler o texto do Flávio, daquele jeitinho que ele falava na redação, no meu tempo.
Obrigada Ricardo e Flávio.
PS. Em sua infinita modéstia, o Flávio não disse que foi ele quem apelidou o Luiz de “Gigante Rasteiro”.
Beijos a todos
Cida Flosi
cidaflosi@uol.com.br
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